Convide os diretores financeiros que postaram sobre o fechamento do mês para a sessão de quinta.
Vinte e dois se encaixam. Vou convidá-los ao longo de três dias e responder às perguntas que voltarem.
✓ 22 convidados, 9 inscritos e cada pergunta respondida onde foi feita
Um evento tem data, o que faz dele a única peça de marketing que não dá para fazer devagar depois. A semana anterior é uma correria de convites, perguntas em cinco canais e lembretes que ninguém tem tempo de mandar.
Os convites saem da sua própria conta, para pessoas escolhidas pelo que escreveram e não pelo cargo, espalhados pelos dias que sobram. As perguntas — “vai ser gravado?”, “é para o meu time?” — voltam para uma única caixa de entrada e são respondidas no canal em que foram feitas. Depois, o follow-up vai para quem veio e para quem não veio, e quem quer conversar cai numa sala de projeto.
A semana, em ordem
- Escolha o público pelo que ele posta, não pela lista que você comprou.
- Convide ao longo de vários dias, dentro do orçamento do dia, da sua própria conta.
- Responda a toda pergunta numa só caixa de entrada, no canal de onde ela veio.
- Faça o follow-up depois, com a gravação, para as duas metades da lista.
É a mesma engrenagem de uma campanha de conteúdo, com um prazo acoplado. Nada no ritmo muda porque o evento é na quinta — e esse é o ponto, porque uma conta restringida na quarta não enche nenhuma vaga.
Perguntas frequentes
Ele também pode mandar os lembretes?
Pode, no canal que cada pessoa usou. Um lembrete é uma mensagem como qualquer outra, e ele volta para onde a conversa já está.
E se fizermos eventos todo mês?
Aí é uma campanha que nunca termina, em vez de um empurrão pontual: o público é reconstruído todo mês a partir do que as pessoas estão escrevendo agora.
Precisamos de uma ferramenta separada para o webinar em si?
Precisa — isto enche a sala e cuida da conversa em volta dela. A sessão acontece onde você já a realiza.